Tudo me rodeia,
Sinto a nossa proximidade,
Começo a imaginar o infinito,
Anseio o abstracto, tudo o que me possas dar,
Quero que te desloques no caminho da imaginação.
Não sei o que mais preciso fazer,
Quero que me digas o tudo do nada,
A tua criatividade de renovar, de inventar.
Vejo-te no meu espelho,
Sinto que és eu,
Eu sou tu, esquisito, abstracto, infinito…
És o que mais anseio, desejo, quero.
Foges à minha criatividade.
Fora de alcance.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
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2 comentários:
Ai ai... a Veia !!!!!
Muito bom. " Quero que me digas o tudo do nada "!
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