Não sei o que sonho,
já não sei onde vivo ou porque vivo.
Uma vida de mentira,
um sorrizo não existente.
A solidão, não!
Não quero, tenho pavor,
não me deixes, abraça-me...
A tua pele, o teu instinto.
(...)
Já não me vejo, não me toco,
sem deixar de pensar,
totalmente fora de mim existo,
não me acho, não me encontro.
Via-me em ti, agora ignoro-te,
fantasia passageira,
agradece o teu desconhecimento.
Agora tu, só tu, sozinho aqui,
a tua sorte, é o meu sofrimento,
não falar, não sentir,
não olhar...
Não vou arriscar.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
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1 comentário:
arrisca porque no arriscar e que esta o ganho...
gostei da tua forma de escrever continua
beijo
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